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A vereadora Aline Luchetta (Rede), de São João da Boa Vista (SP), se manifestou sobre a morte do burrinho Frederico, que foi levado a uma carreata bolsonarista em Divinolândia (SP), no dia 22 de outubro, com marcações de tinta no corpo, como o número 13 e a palavra “Lula”.
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Um laudo veterinário divulgado após a morte apontou edema pulmonar agudo como causa do óbito. O documento foi elaborado pelo médico-veterinário Luis Antonio Petucco, registrado no CRMV sob o número 11.142.
De acordo com o relato da tutora provisória, Frederico apresentou um episódio de tosse com duração aproximada de 30 minutos, por volta das 19h30 da noite anterior. Em seguida, o animal teria se deitado e apresentado melhora. Horas depois, foi encontrado sem vida.
Segundo o documento, a exposição à fumaça, a gases, ao esforço físico intenso e ao estresse elevado desencadeou o quadro.
Em suas redes sociais, a vereadora Aline Luchetta disse que estava “calejada de ser xingada”, e que agiu por conta própria após a Polícia negar auxílio à situação. Ela foi acusada por alguns internautas de ter sido negligente com Frederico, e que o burrinho teria morrido de tristeza por ter sido afastado do tutor.
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Ela reforçou que Frederico recebeu abrigo em um local que já era adaptado para acolher animais desse porte, e que o laudo do médico veterinário comprova que ela não teve relação com a morte do burrinho.
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Matéria publicada em 3 de novembro de 2026, às 10h53.