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O promotor André Pereira Melo, do Ministério Público Estadual, exigiu que a Prefeitura de São João da Boa Vista esclareça supostas incoerências em um contrato firmado no ano de 2025.
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O acordo, firmado por dispensa emergencial de licitação, tem valor total de R$ 2.160.000,00 e passou a ser investigado após a Câmara produzir um relatório técnico que indica falhas administrativas, problemas na fase interna da contratação e indícios de improbidade administrativa e infrações à Lei nº 14.133/2021.
Diante da documentação apresentada, o promotor André Pereira Melo determinou que o Executivo municipal envie, no prazo de 30 dias, todos os documentos necessários ao esclarecimento dos fatos.
Conforme a representação, há suspeitas de que um funcionário da contratada, que atua como operador de roçadeira, teria envolvimento na gestão financeira da empresa, uma vez que parte dos pagamentos teria sido feita por meio de sua conta bancária.
Além disso, o contrato previa a mobilização de 50 trabalhadores, distribuídos em 10 equipes de cinco pessoas cada, mas os registros analisados apontam a presença de apenas 14 profissionais.
O contrato foi assinado em fevereiro de 2025, com duração de seis meses e encerramento previsto para agosto do mesmo ano.
Procurada, a Prefeitura de São João da Boa Vista ainda não se manifestou.
Fonte: Carioca Notícias Policiais
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Matéria publicada em 25 de junho de 2026, às 11h32.