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A Prefeitura de Tambaú informou que tomou ciência do estado de greve declarado pelo Sindicato dos Servidores Públicos do Município desde o dia 5 de maio, por meio da categoria dos Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADIs).
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A administração municipal afirmou que, nos últimos anos, adotou políticas de valorização profissional da classe, incluindo a criação de legislação que impacta diretamente a carreira.
A Coordenadoria Municipal de Educação destacou que a paralisação total das ADIs comprometerá significativamente as atividades essenciais e que, embora a educação infantil não esteja expressamente prevista na lei, a Coordenadoria alertou que os tribunais vêm reconhecendo que a interrupção total desse serviço pode afetar necessidades inadiáveis da comunidade, especialmente das famílias que dependem do atendimento para o exercício de suas atividades laborais.
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tambaú, por sua vez, rebateu a nota de esclarecimento divulgada pela Prefeitura, classificando o documento como retórico, juridicamente frágil e sem efetividade prática, e com o objetivo de deslegitimar a mobilização das Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADIs).
A entidade sindical aponta que o pedido de reconsideração feito pela categoria segue sem resposta oficial, e que a Câmara Municipal de Tambaú, que encaminhou o ofício do sindicato ao Executivo, também não obteve retorno. Segundo o sindicato, isso caracteriza desrespeito à entidade e afronta ao Poder Legislativo.
A entidade defende que a mobilização é legítima e necessária, e que o estado de greve resulta da postura intransigente e omissa da administração municipal.
O sindicato exige resposta formal ao pedido de reconsideração, abertura imediata de negociação e revisão do indeferimento com base nos fundamentos legais apresentados.
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Matéria publicada em 7 de maio de 2026, às 12h16.